A geração que perde amigos, perde saúde, mas não perde prazo

Pela primeira vez na vida atrasei um prazo. Aconteceu na semana passada. Tinha prometido, por iniciativa minha, que entregaria o livro ao meu editor português até sexta-feira, dia 17. Mas tudo saiu fora do previsto e me flagrei, na madrugada de quinta para sexta, dormindo em frente ao computador, como se algo razoável pudesse ser escrito naquelas condições.

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Eu odiei perder o prazo. Fiquei com raiva de mim- e não da minha sobrecarga de trabalho-, culpei minha falta de organização- e não os imprevistos que aconteceram naquela semana. Mas vi que não havia alternativa. Cometi o sacrilégio de entregar na segunda feira, dia 20, algo que deveria ter sido entregue na sexta, 17. E a pior parte: o editor nem percebeu o atraso.

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Os quatro excessos da educação moderna que perturbam as crianças

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Quando nossos avós eram pequenos, eles tinham apenas um casaco de frio para o inverno. Apenas um! Naquela época de vacas magras, já era luxo ter um. Exatamente por isso a criançada cuidava dele como se fosse um tesouro precioso. Naquela época bastava a consciência de se ter o mínimo indispensável. E, acima de tudo, as crianças tinham consciência do valor e da importância de suas coisas.

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Entenda o que é hygge e veja 5 jeitos de aderir ao estilo de vida

Conceito nórdico de conforto e bem-estar pode ser aplicado no dia a dia

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Preparar a casa para a chegada da nova estação, reunir os amigos em torno da mesa, ler um livro e tomar um chá contemplando o silêncio. Tudo o que pode trazer conforto e sensação de bem-estar tem um nome ainda sem tradução para o português: hygge. O estilo de vida surgido na escandinávia não é novidade, mas voltou à tona desde que a Noruega (seguida da Dinamarca e da Islândia) foi considerada o país mais feliz do mundo de acordo com o relatório anual da ONU (Organização das Nações Unidas). O Brasil ficou em 22º lugar no ranking, que leva em conta fatores econômicos, sociais e políticos.

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Gravidez causa mudanças duradouras no cérebro da mulher

Mães apresentaram remodelação neural até dois anos após o parto; as alterações ajudam na adaptação à maternidade

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Ter um ser humano crescendo dentro da própria barriga não é algo corriqueiro. Os hormônios proliferam e o corpo sofre uma enorme transformação física. Mas as mudanças não terminam aí. Um estudo publicado na Nature Neuroscience revela que durante a gravidez as mulheres sofrem uma remodelação significativa no cérebro – e o mais intrigante: essa alteração persiste por pelo menos dois anos após o nascimento do bebê. O estudo oferece também evidências preliminares de que essa remodelação pode desempenhar um papel importante em ajudar as mulheres na transição para a maternidade.

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Hábitos antigos que você deveria colocar em prática hoje

Nossos avós faziam, você também pode fazer. Confira alguns hábitos do passado que fazem bem para nós e para o meio ambiente

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Muitas pessoas acham que o passado é algo chato e sem muita importância; outros, já pensam nele de forma saudosista e até tentam revivê-lo. Odiando ou amando, uma coisa é certa: podemos encontrar muitas dicas valiosas de como viver uma vida mais verde e com mais qualidade seguindo alguns hábitos praticados e aconselhados pelos mais velhos. Vamos a eles:

Ande mais

Nossos avós andavam bem mais do que nós para fazer coisas simples do dia a dia. Tente fazer as pequenas tarefas sem a necessidade de ir de carro. Caminhar é bom para o corpo e para a mente.

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As quatro lições que aprendi me esforçando para sair do trabalho todos os dias às 17h

Afinal, fazer hora extra não é sinônimo de eficiência

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O especialista em gestão de talentos, Richard Moy, sempre pensou que sair do trabalho às 17h era coisa do passado. Até mesmo nos dias em que já tinha terminado suas tarefas, ficava até mais tarde — só para não pegar mal. Mas aí, mudou para seu emprego atual: uma plataforma online de discussão para programadores. Lá, notou que a maioria dos seus colegas deixavam o escritório no horário regular. Apesar de o hábito parecer estranho para ele, Richard resolveu tentar por uma semana. A experiência foi tão transformadora que ele compartilhou o que aprendeu no site americano The Daily Muse, dedicado a dicas de carreira. Confira:

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Marido causa mais estresse do que filhos, diz estudo

EM UMA PESQUISA, AS MÃES REVELARAM QUE OS COMPANHEIROS DÃO MUITO MAIS TRABALHO DO AS CRIANÇAS. SAIBA POR QUE!

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Uma pesquisa realizada pelo site norte-americano Today.com com mais de 7.000 mães revelou que 46% delas atribuem seus altos níveis de estresse aos maridos.

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Filhos, trabalho e cansaço: como o estresse familiar atinge principalmente as mulheres

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O Brasil segue a tendência mundial, e irreversível, de uma inserção cada vez maior das mulheres no mercado de trabalho. Com mais mulheres em empregos formais, cresce também o número de famílias chefiadas por elas (entre 2014 e 2015, foram 1,5 milhão a mais e de casais de dupla carreira, ou seja, em que ambos trabalham fora e são responsáveis pelas despesas domésticas). Hoje, cerca de 40% das mulheres contribuem com a renda do lar no Brasil.

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Por que tanta gente não consegue relaxar no fim de semana?

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Eles encerram o expediente na noite de sexta-feira, mas continuam mandando e-mails até a madrugada. Eles atendem o telefone na hora de folga ou perdem o sono diante de um prazo apertado. Na segunda-feira de manhã, parece que eles passaram o fim de semana inteiro diante do computador, abastecidos de café.

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A morte dos trampos de 9h às 18h: todos nós teremos horários flexíveis em breve

A autora Alexandra Levit fez um texto bastante interessante sobre flexibilidade no trabalho para o site The Muse, e resolvemos traduzi-lo e adaptá-lo por aqui:

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Há alguns meses eu estava conversando com uma estudante universitária sobre seus planos de carreira. Ela queria um trabalho com horário flexível e eu quis saber o por quê.

A jovem disse que queria liberdade para tirar uma soneca depois do almoço, pois é quando sua energia cai muito e a possibilidade de trabalhar tarde da noite, quando seu cérebro funciona melhor.

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