HOME OFFICE E TRABALHO HÍBRIDO DESENCADEARAM CASOS DE BURNOUT ENTRE JOVENS, APONTA ESTUDO

Síndrome tem afetado principalmente a saúde mental dos trabalhadores da Geração Z, que têm papéis de liderança em suas empresas

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A pandemia da Covid-19 tem afetado não somente a dinâmica das relações de trabalho, mas também a saúde mental dos profissionais que estão trabalhando à distância. Segundo pesquisa feita pela LHH do Grupo Adecco, empresa suíça de recursos humanos que atua em 60 países, 38% das pessoas ouvidas dizem ter sofrido da Síndrome de Burnout, ao longo do ano passado.

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DE BICHO-PAPÃO À MORTE DOS PAIS: PANDEMIA INTENSIFICOU MEDOS REAIS DAS CRIANÇAS

Com a pandemia, o imaginário infantil, cheio de monstros, foi substituído por medo de animais, da perda dos pais e do coronavírus, mas nada que o diálogo e a proteção dos adultos não possam aplacar, afirmam especialistas

Em qualquer circunstância, é muito importante acolher e levar a sério os medos infantis. Os pais devem se interessar por seus filhos e protegê-los das invasões do ambiente, confortando-os quando o medo aflora. “Os braços do pai, da mãe, ou de qualquer outra pessoa de confiança, são os melhores remédios contra a ansiedade infantil”

Em qualquer circunstância, é muito importante acolher e levar a sério os medos infantis. Os pais devem se interessar por seus filhos e protegê-los das invasões do ambiente, confortando-os quando o medo aflora. “Os braços do pai, da mãe, ou de qualquer outra pessoa de confiança, são os melhores remédios contra a ansiedade infantil”

“Antes da pandemia os medos eram mais fantasiosos, como de personagens de filme de terror, por exemplo, mas um grande acontecimento, como a pandemia, deu lugar aos medos reais”, conta a psicóloga Geovana Figueira Gomes, que estudou os medos infantis nesses tempos de covid-19. Em sua pesquisa pela Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Ribeirão Preto (FFCLRP) da USP, a pesquisadora observou, entre as crianças, mais medos de natureza real. A forma como o mundo se apresenta e as mudanças constantes influenciam esses temores. E, provocadas pelo clima da pandemia, no lugar dos fictícios, as crianças tiveram mais medo de animais e insetos, da perda dos pais, das doenças e, principalmente, do coronavírus.

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Solidão: o que é, impactos na saúde e como prevenir

Descubra como prevenir e tratar a solidão, que afeta a saúde mental e pode contribuir para o desenvolvimento de doenças

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A solidão é uma emoção humana universal que afeta milhares de pessoas em todo o mundo – e cada indivíduo a vivencia de maneira única. Segundo estudos, a experiência da solidão pode ser responsável por uma série de problemas associados à saúde mental e contribuir até mesmo para o desenvolvimento de doenças físicas. No entanto, como não tem uma causa específica e comum a todos os indivíduos afetados, a prevenção e o tratamento variam e podem depender de outros fatores subjacentes.

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‘Cérebro pandêmico’ não se limita aos pacientes infectados pelo SARS-CoV-2

O estresse de viver uma pandemia pode causar inflamação cerebral mesmo em quem não se infectou, sugere um novo estudo.

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Pessoas saudáveis cujo resultado do PCR para SARS-CoV-2 foi negativo apresentaram altos níveis de marcadores inflamatórios conhecidos por participarem de depressão, estresse e fadiga mental. O estudo indicou uma possível relação entre os fatores de estresse associados à pandemia e as respostas neuroimunes.

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Intensivistas: maioria não percebe que tem esgotamento físico e mental

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Muitos intensivistas parecem desavisados da própria exaustão associada ao atendimento prestado ao longo da pandemia. Avaliações objetivas mostram que esses profissionais apresentam altos níveis de todas as manifestações de burnout, mesmo que os próprios não percebam.

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Pesquisa mostra aumento na prevalência de depressão pós-parto durante a pandemia

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Estudo mostra que 38,8% das participantes que deram à luz entre junho e dezembro de 2020 em hospitais de São Paulo apresentaram sintomas de depressão pós-parto – quase o dobro da taxa observada em estudos nacionais anteriores. [1,2]

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‘Por que deixei meu emprego por outro com salário menor’

Assim como milhões de pessoas em todo o mundo, a pandemia estimulou Joe Flynn a reavaliar a carreira profissional dele.

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O homem de 34 anos de Worcestershire, um condado na Inglaterra, havia passado 10 anos vendendo hipotecas. Mas, durante as restrições dos últimos 21 meses, ele começou a reavaliar o que queria fazer da vida.

Estudo indica que, no contexto parental, o fardo da pandemia é maior para médicas do que para médicos

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A covid-19 tem sido difícil para pessoas que têm filhos e tentam equilibrar casa, trabalho e proteção de seus entes queridos. Um novo estudo indica que não apenas os médicos e as médicas não estão imunes a esses estressores, mas que os efeitos de longo prazo podem ser devastadores para o sistema de saúde.

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Pesquisa afirma que 75,8% dos gamers brasileiros jogam mais no período de isolamento social

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2021 marca a 8ª edição da Pesquisa Game Brasil (PGB), o mais importante levantamento anual sobre o consumo de jogos eletrônicos no país e a principal revelação deste ano é que o isolamento social provocado pela pandemia de coronavírus impactou o consumo de jogos eletrônicos.

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“Para mim a vida parou. Viver não é só trabalhar”: a fadiga pelo confinamento está prestes a transbordar

Deixar para trás os planos sociais e os eventos como o Carnaval nos faz perder parte dos estímulos agradáveis da vida e isso nos mete em um círculo de sensações negativas

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No próximo mês comemoraremos o primeiro aniversário da assim chamada nova normalidade. (NOTA DO EDITOR: A matéria foi escrita em fevereiro de 2021) Um ano de fechamentos intermitentes, restrições sociais, emocionais e até econômicas. E já não aguentamos mais. Estamos física e psicologicamente esgotados. As esperanças depositadas no tão aguardado plano de vacinação, pouco a pouco, se esvanecem. O lento ritmo de aplicação, a confusão na ordem dos grupos prioritários e o atraso na chegada dos insumos para a produção de doses fazem com que a luz que em 17 de janeiro víamos no fim do túnel graças ao sorriso da enfermeira Mônica Calazans, hoje, esteja muito mais dispersa. E tudo isso, no Brasil, sem o Carnaval.

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