“A era do ‘funcionário bom é funcionário estressado’ está acabando”

Especialista em medicina comportamental, Ricardo
Monezi fala sobre o esgotamento profissional chamado
de burnout, mal que ataca indivíduos e empresas

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Metas a serem batidas a todo e qualquer custo, pressão por entrega de resultados, estresse como demonstrativo de comprometimento, horas extras como sinal de dedicação. E, no final, a falta de reconhecimento do chefe. Parece uma descrição do que um ambiente corporativo nunca deveria ser. Mas, infelizmente, descreve a realidade do que ele foi por muitos anos — e ainda é — em muitas empresas brasileiras. E uma das consequências mais graves foi o diagnóstico frequente nos últimos anos de funcionários com uma síndrome que vai além do estresse, depressão e ansiedade — e que, na verdade, pode unir tudo isso. Trata-se do burnout, o esgotamento profissional profundo. Ele pode se refletir em vários aspectos da vida pessoal, levar a doenças sérias, como desenvolvimento de tumores, e até ao suicídio.

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7 atitudes para mudar as coisas na prática

Na busca por um mundo melhor, é preciso menos combate e mais criação

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Apesar da confusão política e econômica que estamos vivendo no Brasil e no mundo, acredito que existem razões para otimismo. Afirmo isso porque vejo cada dia mais pessoas querendo trabalhar em prol da criação de um mundo melhor. Para essas pessoas, está cada vez mais claro que a crise não será resolvida se continuarmos utilizando os modelos que nos trouxeram até aqui. Elas acreditam que o momento em que vivemos pede a proposição de novos caminhos para substituir os atuais paradigmas em suas mais variadas dimensões.

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Jovem pede folga para cuidar da saúde e e-mail de CEO surpreende

A profissional compartilhou a troca de e-mails com o chefe no Twitter

(Reprodução/Twitter/Veja SP) Cada vez mais, fica claro que a saúde mental é tão importante quanto a saúde do seu corpo. No entanto, ainda é raro encontrar empresas e funcionários que se preocupem com o bem estar de seus funcionários e colegas. No dia 30 de junho, a desenvolvedora online Madalyn Parker, publicou um tuíte que chama atenção para a resposta de um chefe a um pedido muito incomum.

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Mobbing: o assédio moral no trabalho

O assédio moral no trabalho, ou mobbing, se tornou algo muito comum nos últimos anos. Trata-se de um fenômeno emergente na vida social e profissional que requer um tratamento rigoroso devido às múltiplas consequências que pode originar.

Esta situação não só acarreta problemas psicológicos, como também pode afetar o desempenho da atividade profissional e o ambiente da pessoa que sofre com ela, sendo uma situação, na maioria dos casos, difícil de demonstrar.

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O assédio moral no trabalho pode não só destruir o ambiente de trabalho e/ou reduzir a produtividade, como também pode favorecer o absenteísmo, devido ao desgaste psicológico que ele provoca. É considerado um abuso de autoridade. A pessoa que o coloca em prática procura apenas manter o seu poder em situações em que a vítima é uma ameaça por algum motivo.

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Pesquisa mostra que colaboradores felizes no trabalho tendem a produzir mais e melhor

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Consultores, pesquisadores e profissionais que se dedicam ao estudo das relações de trabalho e do mundo corporativo já descobriram o diferencial dentro das empresas que deverão se manter competitivas no mercado no próximos anos: elas têm um ambiente de trabalho saudável, positivo e harmonioso. A equação é simples: trabalhadores felizes tendem a ser mais produtivos e, consequentemente, a empresa será mais lucrativa.

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Por que estamos constantemente esgotados?

O cérebro não está bem preparado para lidar com a ênfase crescente em produtividade exigida nos ambientes modernos de trabalho

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Você já se sentiu exausto? Com uma espécie de inércia mental e física, uma “sensação de peso” em tudo o que faz? Trata-se de estafa, exaustão ou “burnout”. Isso tem se tornado epidemia em nossa sociedade, segundo informações da rede britânica BBC.

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O custo-benefício de uma jornada de trabalho de seis horas

Na Suécia, pequenas empresas ou grandes como a Toyota vêm reduzindo carga horária em troca de satisfação e produtividade dos funcionários. Será o novo modelo economicamente viável é uma fórmula universal de sucesso?

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Mads Blücher conheceu os zumbis das horas extras. Uma noite, instalando servidores de internet no escritório de uma grande firma, fora do expediente normal, ele se espantou ao ver tantos jovens funcionários ainda sentados às mesas de trabalho.

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Afinal, para que tanta pressa?

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Você acorda cedo, toma café correndo, um banho apressado e percebe que mesmo assim está atrasado? Na sua empresa, muita pressão para entregar um relatório que era para estar pronto há algum tempo? Na hora do almoço, mal dá tempo de sentar e comer? Isso sem falar no resto do dia. Cuidado. Você pode estar sofrendo da doença da pressa.

As quatro lições que aprendi me esforçando para sair do trabalho todos os dias às 17h

Afinal, fazer hora extra não é sinônimo de eficiência

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O especialista em gestão de talentos, Richard Moy, sempre pensou que sair do trabalho às 17h era coisa do passado. Até mesmo nos dias em que já tinha terminado suas tarefas, ficava até mais tarde — só para não pegar mal. Mas aí, mudou para seu emprego atual: uma plataforma online de discussão para programadores. Lá, notou que a maioria dos seus colegas deixavam o escritório no horário regular. Apesar de o hábito parecer estranho para ele, Richard resolveu tentar por uma semana. A experiência foi tão transformadora que ele compartilhou o que aprendeu no site americano The Daily Muse, dedicado a dicas de carreira. Confira:

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Filhos, trabalho e cansaço: como o estresse familiar atinge principalmente as mulheres

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O Brasil segue a tendência mundial, e irreversível, de uma inserção cada vez maior das mulheres no mercado de trabalho. Com mais mulheres em empregos formais, cresce também o número de famílias chefiadas por elas (entre 2014 e 2015, foram 1,5 milhão a mais e de casais de dupla carreira, ou seja, em que ambos trabalham fora e são responsáveis pelas despesas domésticas). Hoje, cerca de 40% das mulheres contribuem com a renda do lar no Brasil.

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