‘O ambiente de trabalho está matando as pessoas’

Para especialista, as longas jornadas e a insegurança deixam as pessoas doentes e cortam produtividade

Jeffrey Pfeffer, professor de comportamento organizacional na Graduate School of Business, da Universidade de Stanford. Foto: Universidade de Stanford

Jeffrey Pfeffer, professor de comportamento organizacional na Graduate School of Business, da Universidade de Stanford. Foto: Universidade de Stanford

Empresas estão criando locais de trabalho tóxicos, com insegurança sobre o emprego e longas horas de trabalho, o que têm derrubado a produtividade de funcionários. Essa é a avaliação do professor de Stanford, Jeffrey Pfeffer, especialista em comportamento organizacional. Confira os principais trechos da entrevista.

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Farmacêutica instala ‘cochilódromo’ para funcionários em sua sede

Empresa diz que medida promove o bem-estar e melhora a produtividade

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Vista de uma das cabines na sede da Medley.

Imagine dar uma paradinha no trabalho para tirar uma soneca e depois voltar para o batente revigorado. E isso sem estar em home office. É exatamente isso que a farmacêutica Medley quer incentivar: uma pausa no trabalho. Para isso, está instalando cabines pensadas especialmente para cochilos na sede da empresa, em São Paulo. O principal objetivo da ação, além de promover o bem-estar no ambiente corporativo e fomentar a importância da qualidade do sono entre os funcionários, é auxiliar no aumento da produtividade profissional.

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Número de professores afastados por transtornos em SP quase dobra em 2016 e vai a 50 mil

Até setembro deste ano, 27 mil docentes se afastaram do trabalho por questões comportamentais;

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O número de professores afastados por transtornos mentais ou comportamentais nas escolas estaduais de São Paulo quase dobrou em 2016 em relação a 2015: foi de 25.849 para 50.046. Segundo dados obtidos pela Globonews, por meio da lei de acesso à informação, até setembro de 2017, 27.082 professores se afastaram.

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Sobre o fenômeno dos trabalhos idiotas por David Graeber

Alguma vez você já sentiu como se seu trabalho fosse uma invenção sem propósito? Que o mundo seguiria girando normalmente se você cumprisse sua carga horária? O professor de antropologia e autor de best-seller David Graeber explorou o fenômeno dos trabalhos idiotas para nosso último número [Nota do editoresse texto foi traduzido da Strike Mag] – que todos que tem um emprego deveriam ler cuidadosamente …

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No ano de 1930, John Maynard Keynes previu que até o fim do século a tecnologia teria avançado suficientemente, ao ponto que países como a Inglaterra e os Estados Unidos teriam uma semana de trabalho de 15 horas. Tudo nos leva a crer que ele estava certo.

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Patrões estão mais sensíveis às emoções

Há cada vez mais empresas a colocar o bem-estar emocional dos profissionais no centro da estratégia de gestão

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O diagnóstico dos fatores de risco psicossocial é obrigatório para as empresas, mas não há nada na lei nacional que obrigue a que esta avaliação resulte numa mudança de prática dentro das organizações. Apesar disso, Maria José Chambel, especialista em Psicologia das Organizações e docente da Faculdade de Psicologia da Universidade de Lisboa, garante que “os empregadores nacionais estão mais sensíveis a estas questões e têm demonstrado maior interesse não só em diagnosticar os riscos, como em definir medidas preventivas”.

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Salário baixo faz carreira de professor virar opção passageira

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No Brasil, a carreira de professor está se tornando uma passagem, um momento de transição para outras funções. O profissional fica no magistério somente até conseguir um cargo mais bem remunerado e provavelmente menos estressante. Prova disso é que 25% dos docentes brasileiros têm menos de 30 anos e apenas 12% estão com idade acima de 50, bem diferente do que ocorre em outros países. Aqui, o professor ingressa no magistério ainda jovem, mas em poucos anos, deixa de ver perspectivas.

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Brasil deve agir com urgência para evitar enfraquecimento da luta contra a escravidão moderna, alertam especialistas da ONU

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Especialistas em direitos humanos das Nações Unidas pediram nesta quarta-feira (8) ao governo do Brasil que adote ações urgentes para pôr um fim a medidas que possam reduzir a proteção das pessoas contra a escravidão moderna e fragilizar os regulamentos corporativos. Em declaração conjunta, solicitaram que o governo reverta permanentemente a portaria ministerial 1129, criticada por limitar a definição de escravidão contemporânea.

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OMS: empresas devem promover saúde mental de funcionários no ambiente trabalho

No Dia Mundial da Saúde Mental, a Organização Mundial da Saúde (OMS) lembra a importância de empresas e gestores do mundo todo adotarem iniciativas que promovam o bem-estar físico e psicológico de funcionários no ambiente de trabalho.

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A agência da ONU lembra que alguns dos principais fatores de risco para a saúde mental de trabalhadores são assédio e bullying, excesso de trabalho, jornadas inflexíveis, ameaça de desemprego, entre outros.

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“A era do ‘funcionário bom é funcionário estressado’ está acabando”

Especialista em medicina comportamental, Ricardo
Monezi fala sobre o esgotamento profissional chamado
de burnout, mal que ataca indivíduos e empresas

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Metas a serem batidas a todo e qualquer custo, pressão por entrega de resultados, estresse como demonstrativo de comprometimento, horas extras como sinal de dedicação. E, no final, a falta de reconhecimento do chefe. Parece uma descrição do que um ambiente corporativo nunca deveria ser. Mas, infelizmente, descreve a realidade do que ele foi por muitos anos — e ainda é — em muitas empresas brasileiras. E uma das consequências mais graves foi o diagnóstico frequente nos últimos anos de funcionários com uma síndrome que vai além do estresse, depressão e ansiedade — e que, na verdade, pode unir tudo isso. Trata-se do burnout, o esgotamento profissional profundo. Ele pode se refletir em vários aspectos da vida pessoal, levar a doenças sérias, como desenvolvimento de tumores, e até ao suicídio.

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