Uma soneca para ficar mais inteligente

Passar noites em claro tem vários efeitos, inclusive sobre nossa capacidade de concentração

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Passar noites em claro tem vários efeitos, inclusive sobre nossa capacidade de concentração, resolução de problemas e aprendizagem. “Um adulto em estado de vigília contínua por 21 horas tem aptidões equivalentes às de alguém alcoolizado a ponto de ser legalmente impedido de dirigir”, afirma o professor Sean Drummond, da Universidade da Califórnia em San Diego. Segundo ele, passar duas ou três noites seguidas dormindo tarde e acordando cedo pode provocar o mesmo efeito. Ou seja, do ponto de vista da cognição, é como se dormir bem (obviamente sem excessos) nos tornasse mais inteligentes – pelo menos mais do que podemos ser quando passamos tempo demais acordados. Uma pesquisa desenvolvida na Universidade de Lübeck, na Alemanha, com 191 adultos mostrou que dormir bem durante a noite é fundamental para nos lembrarmos melhor do que aprendemos. Isso ocorre porque durante o descanso ocorre a síntese de proteínas responsáveis pelo desenvolvimento de conexões neurais, o que aprimora habilidades como a memória. Quando dormimos, nosso cérebro seleciona as informações acumuladas, guardando aquilo que considera importante, descartando o supérfluo e fixando, assim, lições que aprendemos ao longo do dia. Por esse motivo, quem dorme mal, geralmente, tem dificuldade em lembrar-se de situações simples, como episódios ocorridos no dia anterior ou nomes de pessoas próximas.

Fonte: Mente Cérebro  - Foto: Shanon para Pixabay

9 hábitos simples que vão dar um gás na sua saúde

Lavar as mãos, dormir bem e desapegar do celular antes de dormir. Esses e outros hábitos simples de serem incorporados no dia a dia nos ajudam a ter mais qualidade de vida e melhoram a saúde. Confira, abaixo, as sugestões dos especialistas ouvidos pelo UOL.

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Fontes: Ana Maria Rossi, psicóloga clínica e presidente da International Stress Management Association no Brasil. Carlos Alberto Avellaneda Penatti, médico do grupo Fleury Medicina e Saúde. Silvia Fonseca, infectologista do Hospital São Francisco. Diego Ucha, educador físico e coach de saúde da empresa Healthways.

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Otimismo beneficia a saúde, diz psicóloga Ana Maria Rossi

O principal é praticar ações preventivas e repensar as prioridades de vida, destaca a presidente da Isma-BR e copresidente na Divisão de Saúde Ocupacional da Associação Mundial de Psiquiatria

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Pesquisas comprovam: ser otimista reduz o estresse, aumenta a autoconfiança e faz bem à saúde. Pensamentos negativos suprimem a imunidade e nos tornam mais suscetíveis ao adoecimento. Mas fica a questão: como vivenciar principalmente os aspectos positivos da vida num mundo onde a maioria das pessoas está sujeita a um alto e perturbador nível de estresse?

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Ciência explica como a praia pode mudar nossos cérebros e saúde mental

Alguma vez você já passou um dia na praia e voltou para casa sentindo-se relaxado e rejuvenescido? Você pode concordar prontamente que a praia tem um efeito calmante, mas também sabe que estar na praia pode ter um enorme efeito sobre a sua saúde e bem-estar, e pode mesmo mudar seu cérebro. Vamos dar uma olhada em alguns dos benefícios cientificamente apoiados que a praia pode oferecer.

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Lora Fleming, da Universidade de Exeter na Inglaterra, diz que a ideia de que a praia ajuda a nossa saúde está bem estabelecida. Os médicos do século XVIII costumavam prescrever viagens para o oceano para visitar “hospitais de banho”. Hospitais de banho eram clínicas especialmente projetadas que ofereciam tratamentos banho de água salgada.

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Estudo mostra o lado ruim de se preocupar com o próximo

Pessoas individualistas têm menos chance de sofrer com depressão

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a reportagem simples, que atualiza os números da já mais que conhecida desigualdade social brasileira, provoca reações bem diversas dos nossos leitores. Enquanto alguns pouco se importam com a triste realidade, outros sofrem intensamente, mesmo não sendo diretamente afetado por ela.

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A geração que perde amigos, perde saúde, mas não perde prazo

Pela primeira vez na vida atrasei um prazo. Aconteceu na semana passada. Tinha prometido, por iniciativa minha, que entregaria o livro ao meu editor português até sexta-feira, dia 17. Mas tudo saiu fora do previsto e me flagrei, na madrugada de quinta para sexta, dormindo em frente ao computador, como se algo razoável pudesse ser escrito naquelas condições.

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Eu odiei perder o prazo. Fiquei com raiva de mim- e não da minha sobrecarga de trabalho-, culpei minha falta de organização- e não os imprevistos que aconteceram naquela semana. Mas vi que não havia alternativa. Cometi o sacrilégio de entregar na segunda feira, dia 20, algo que deveria ter sido entregue na sexta, 17. E a pior parte: o editor nem percebeu o atraso.

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Um novo jeito de consumir (sem consumir o planeta)! 2 em cada 3 pessoas já são adeptas da economia compartilhada

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Uma pesquisa feita em 60 países revelou que 2 em cada 3 pessoas estão dispostas a compartilhar ou alugar algo que possuem. Ao que tudo indica, estamos vivendo um período de transição em que vamos migrar para um modelo menos consumista e mais colaborativo: doar, alugar emprestar, compartilhar serão os verbos de uma nova economia.

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Os quatro excessos da educação moderna que perturbam as crianças

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Quando nossos avós eram pequenos, eles tinham apenas um casaco de frio para o inverno. Apenas um! Naquela época de vacas magras, já era luxo ter um. Exatamente por isso a criançada cuidava dele como se fosse um tesouro precioso. Naquela época bastava a consciência de se ter o mínimo indispensável. E, acima de tudo, as crianças tinham consciência do valor e da importância de suas coisas.

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“A era do ‘funcionário bom é funcionário estressado’ está acabando”

Especialista em medicina comportamental, Ricardo
Monezi fala sobre o esgotamento profissional chamado
de burnout, mal que ataca indivíduos e empresas

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Metas a serem batidas a todo e qualquer custo, pressão por entrega de resultados, estresse como demonstrativo de comprometimento, horas extras como sinal de dedicação. E, no final, a falta de reconhecimento do chefe. Parece uma descrição do que um ambiente corporativo nunca deveria ser. Mas, infelizmente, descreve a realidade do que ele foi por muitos anos — e ainda é — em muitas empresas brasileiras. E uma das consequências mais graves foi o diagnóstico frequente nos últimos anos de funcionários com uma síndrome que vai além do estresse, depressão e ansiedade — e que, na verdade, pode unir tudo isso. Trata-se do burnout, o esgotamento profissional profundo. Ele pode se refletir em vários aspectos da vida pessoal, levar a doenças sérias, como desenvolvimento de tumores, e até ao suicídio.

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9 passos para fazer um detox emocional e se livrar de angústias

Combater a toxicidade de sentimentos como ansiedade, raiva, frustração, medo e mágoa traz de volta o equilíbrio

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A palavra que melhor traduz os tempos atuais talvez seja esta: esgotamento. Estar na vida não é missão fácil, requer os canais abertos para aprender, ensinar, produzir, interagir com o outro e com o ambiente. Como essas demandas só crescem, temos que nos desdobrar na tentativa de responder a todas, com a atenção migrando de foco o tempo inteiro. No final de um dia típico – com dinheiro curto, problemas no trânsito e no trabalho, nas relações com os filhos e com o parceiro –, a sensação é a de ter abrigado doses de ansiedade, impotência e frustração muito maiores do que podemos administrar.

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